Por toda minha singela vida, por assim dizer, apreciei deveras o som do piano. Claro, nada mudou, é mesmo um fascínio. No entanto, nestes últimos seis meses de aproveitamento em plenitude dos concertos das terças-feiras no Teatro Nacional, não posso negar o grande encontro que tive com a flauta, particularmente a transversal. Dentre os três flautistas transversais da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (http://www.sc.df.gov.br/programa-de-concertos-da-ostncs.html), a meu ver sobressai-se o José Evangelista. Quando a flauta se faz presente, é fato a sua clareza, a nudez da sua atmosfera doce e pacífica, frequentemente. E me encanta.
E como amante incondicional do rock, hoje estive a refletir sobre a possibilidade de haver um flautista no rock. Afinal, se algum dia dominar a arte da flauta, certamente terei que me enveredar pelas trilhas do rock 'n roll. Não me ocorria ninguém em mente, até que... com a ajuda do nosso amigo youtube, pescando bandas dos mais variados estilos de rock, encontrei a banda de Art Rock, Jethro Tull (http://www.youtube.com/watch?v=oWuNixDIrmc). Sim, Ian Anderson, carísimo roqueiro e flautista. Vale ressaltar: estupenda banda.