domingo, 30 de dezembro de 2012

Ano novo, dias raros

Gostaria de saber das experiência dos outros no ano novo. O que apraz cada ser neste momento, onde normalmente a família se reúne. Estou longe de entender essas reuniões em dias que para mim simbolizam nada além do que sempre mostram: singularidade. Sabendo-se que cada dia é singular, único, por que tornar alguns mais que outros? Isso, de certa forma, torna todos os outros menos agraciados, e viver, cotidianamente, entediante, salvo aos feriados! E se todo dia fosse percebido em sua magnitude? Seria mais saudável para nós, mas não para o sistema.
Enfim, eu gostaria de desfrutar o dia com toda a sua naturalidade, talvez num piquenique no parque. Dançar à noite num salão até o dia raiar. Ou, num hotel fazenda, andar a cavalo. Plantar várias árvores.

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